Informação em doses homeopáticas

A liberdade é azul, a igualdade é branca e a fraternidade é vermelha.

Posted by on nov 10, 2011 in Com Fotos, Destaque, Nota-Cult | 0 comments

Como falar de coisas tão simples? Essa é a função da trilogia do artiista polonês: Krzysztof Kieslowsk. Nascido na Polônia (1941) em plena Segunda Guerra Mundial, desde criança testemunhou as agruras históricas vividas por seu país. Estudou na Escola de Cinema de Lods e teve como ídolos Ingmar Bergman e Robert Bresson.

Sua vida como diretor sempre esteve marcada por documentários sobre as precárias condições de vida da classe operária de seu país e a série de TV: “Decálogo”, inspirada nos dez mandamentos bíblicos. Sua consagração internacional veio após o episódio: “Não matarás”, exibido no Festival de Cannes, em 1988.  Mas seu passaporte de entrada para no exclusivo clube dos diretores franceses de primeira linha se dá com o filme: “A dupla vida de Véronique” exibido no Festival de Cannes, em 1991.

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Um bailarino chamado Rubens Rocha.

Posted by on out 27, 2011 in Destaque, Nota-Cult | 2 comments

Quando o assunto é pontualidade, sou um mestre em atrasos. Como dessa vez marquei a entrevista com um disciplinado bailarino, adiantei o relógio e sai meia hora mais cedo de casa para não haver imprevisto.

Cheguei 20 minutos antes no local combinado, um barzinho bem descolado no centro do Rio, que o próprio Rubens sugeriu. Pedi uma água, um copo com gelo e comecei a me organizar para fazer a entrevista. Cinco minutos depois avisto um negro ereto, com um sorriso contagiante vindo em minha direção. Olhei o relógio, faltavam 15 minutos para o horário marcado. De repente ele se aproximou e falou: “Desculpa o atraso, é que o trânsito hoje está horrível”. Fiquei pasmo com tamanha elegância e pontualidade. Quando pensei em convidá-lo a beber algo, ele se adiantou: “Vamos beber uma cervejinha bem gelada?”

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Quando as máquinas param – Plínio Marcos

Posted by on out 20, 2011 in Destaque, Nota-Cult | 0 comments

Ator, diretor, escritor marginal, Plínio Marcos (1935 – 1999) foi um dos principais dramaturgos na época da ditadura militar. Autor de inúmeras peças teatrais, entre outros escritos, não mediu palavras quando disse em certa entrevista que: “Se o Brasil continuar nesse rumo, meus textos virarão clássicos”. Sempre engajado em contextualizar a cituação do país em sua dramaturgia, nunca mediu esforços para traduzir as falas e os conflitos do povo brasileiro.

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Eu quero é rosetá!!!

Posted by on set 15, 2011 in Destaque, Nota-Cult | 0 comments

Essa semana estive pensando como faria uma introdução breve sobre o teatro brasileiro. Me pareceu ruim não poder ver pra crer. Concordo que temos alguns acontecidos importantes como: o escândalo  e a guinada causada por Vestido de Noiva de Nelson Rodrigues encenada no teatro Municipal do Rio de Janeiro em 1943, a proibição da peça Calabar de Chico Buarque de Holanda em meados de 1960, o AI 5 (Ato Institucional número 5) que nos tira o direito quase que de pensar, ficando censuradas ou defasadas grandes peças de teatro, entre outros acontecidos. Como esses episódios não possuem documentos visuais, percebi que seria mais difícil o entendimento. Então me lembrei de uma Trupe de atores/bailarinos que conseguiram de alguma forma driblar a censura.

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