A liberdade é azul, a igualdade é branca e a fraternidade é vermelha.
Como falar de coisas tão simples? Essa é a função da trilogia do artiista polonês: Krzysztof Kieslowsk. Nascido na Polônia (1941) em plena Segunda Guerra Mundial, desde criança testemunhou as agruras históricas vividas por seu país. Estudou na Escola de Cinema de Lods e teve como ídolos Ingmar Bergman e Robert Bresson.
Sua vida como diretor sempre esteve marcada por documentários sobre as precárias condições de vida da classe operária de seu país e a série de TV: “Decálogo”, inspirada nos dez mandamentos bíblicos. Sua consagração internacional veio após o episódio: “Não matarás”, exibido no Festival de Cannes, em 1988. Mas seu passaporte de entrada para no exclusivo clube dos diretores franceses de primeira linha se dá com o filme: “A dupla vida de Véronique” exibido no Festival de Cannes, em 1991.

Krzysztof Kieslowsk
Com a queda do muro de Berlin em 1989 e a assinatura do tratado de Maastricht, em 1992, o tema Europa unificada volta a ser abordado, sendo o ponto de partida para a composição da “Trilogia das Cores” inspiradas nas cores da bandeira da França: Azul ( liberdade), Branco ( igualdade) e Vermelho ( fraternidade).
Esta trilogia fica como o último capítulo de um artista em busca do curioso retrato dos encontros e desencontros que permeiam nossas vidas. Um olhar peculiar sobre a sensibilidade, os pressentimentos e as relações não-ditas, irracionais. Como diria o próprio Kieslowski: “A busca do equilíbrio entre a realidade e mistério abre caminho para grandes possibilidades”.
Trilogia das Cores de Krzystof Kieslowski:
- A liberdade é azul (1993).
-A igualdade é branca (1994).
-A fraternidade e vermelha ( 1994).
OBS: Fácil acesso em qualquer video locadora.








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